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DIREITO
E PSICANÁLISE |
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O cartesianismo muito contribuiu para
a evolução e o desenvolvimento da Ciência. Mas, deturpado, também gerou
uma enorme fragmentação dela, com insuspeitadas conseqüências negativas. É
claro que não devemos repudiar a idéia de especialização e, muito menos,
os seus vários méritos. Contudo, o surgimento e a aplicação da Informática
já geraram inegável mudança de paradigma na abordagem científica. Já
se notam, claramente, tendências manifestas favoráveis a uma visão holística
e integrativa das ciências... (Chertok, Léon, e Stengers, Isabelle,
O Coração e a Razão, Rio de Janeiro, Zahar, 1990). Hoje, nos meios científicos
mais avançados, não se cogita mais de simples interdisciplinariedade,
mas de transdisciplinariedade. Não
se tratará, então, de articular harmoniosamente a totalidade de abordagens,
mas de problematizá-las (Kruse, Peter, e Gheorghiu, Vladimir, "Self
Organization Theory and Radical Constructivism: a new concept for understanding
hypnosis, suggestion and suggestibility", In: Hypnosis: 175 after
Mesmer - Recent Developments in Theory and Application, Konstanz, Universitätsverlag
Konstanz, 1992). Neste site, encontram-se alguns ensaios sobre as interfaces
existentes entre o Direito e a Psicanálise.
Se
você já escreveu algum artigo sobre Direito e Psicanálise, envie-o a
mim, para publicação aqui. Atenciosamente, Osmar Brina Corrêa-Lima. |
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